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Honey production on the farm is one of the personal projects of Silvia Barretto who reintroduced the hives 23 years ago.  There had been a great tradition of beekeeping on the farm in the 1940's and the farm was always considered to be an especially favorable habitat for bees due to its mild climate and abundance of wild flowers.  This environment has recently been made even more alluring for the bees since we stopped using chemical pesticides and herbicides.

 

As well as the honey we also harvest first quality propolis, which is a natural antibiotic.

Recently we have also started to raise indigenous bees, such as the Jatai, in man-made hives.  These tiny little bees usually live in small cracks in the wall or crevices in trees.  They have no stingers and produce a very subtle flavored honey with a much thinner viscosity.  This honey also has medicinal properties and is very difficult to produce in man-made hives.  Dr Paulo Nogueira Neto, the acclaimed world expert in working with these indigenous bees, personally motivated us to start working in this area.

Mel Brasileiro é Valorizado No Mercado Exterior

November 18th 2014


Joelma Lambertucci, secretária executiva da Abemel: “setor tem se profissionalizado e se posicionado como referência em produtos apícolas”.
Foto: Divulgação

O País produz mel de excelente qualidade. Cerca de 80% do produto é destinado aos Estados Unidos e à Europa e é orgânico. “Este é o grande diferencial do mel brasileiro”. A afirmação é de Joelma Lambertucci, secretária executiva da Abemel (Associação Brasileira dos Exportadores de Mel). Ela acrescenta que outros países também se destacam como importadores, tais como Canadá, Bélgica, Reino Unido e Israel.

A apicultura brasileira tem crescido em produtividade e qualidade nas últimas décadas, colocando o País como um dos polos mundiais produtores de mel e própolis. E, segundo Joelma, o mel brasileiro é reconhecido mundialmente por ser puro, livre de resíduos e referência em qualidade. “As abelhas brasileiras são africanizadas, portanto, mais ágeis e resistentes às doenças, a tal ponto de os apicultores não utilizarem medicamentos na atividade”, observa. Conforme explica, essa característica, associada à biodiversidade nacional, possibilita a produção com qualidade garantida.

A executiva da Abemel afirma que o mel brasileiro atende aos padrões de exigidos pelo mercado internacional, principalmente por sua qualidade e composição diferenciada e por não apresentar contaminação de metais pesados e de resíduos de antibióticos e agrotóxicos. “Isso se deve à localização dos apiários nacionais em áreas livres de poluição, próximas às florestas nativas”, justifica e destaca a valorização do preço médio do produto brasileiro, que em 2013 foi de US$ 3,34/kg e, este ano, US$ 3,86/kg, em 2013 (referente ao período de janeiro a setembro), um crescimento de 15,57%.

Exportações

O setor tem buscado expandir suas exportações para novos mercados que estejam em busca de produtos saudáveis e ambientalmente sustentáveis. As vendas externas de mel mostram a expansão desse mercado no exterior, no entanto, o crescimento está relacionado à produção, que este ano foi afetada pela seca em várias regiões do País.

Em setembro, as exportações brasileiras de mel somaram R$ 6.554.402,oo, redução de 22,53% em relação mês anterior. No período, foram embarcados 1.647.301 kg, queda de 22,93% no mesmo comparativo. Porém, no acumulado de janeiro a setembro, o valor superou o total do ano de 2011, que foi referência para o setor. Nos primeiros oito meses de 2014, as exportações somaram US$ 80.831.376,00 e 20.962.098 kg, crescimento de 104,76% em valor e 72,97% em volume, em relação a igual período de 2013.

A Abemel tem realizado projetos e parcerias com ações voltadas para o no mercado interno e externo. “O setor tem se profissionalizado e cada vez mais o tem se posicionado como referência em produtos apícolas. As ações buscam consolidar, prospectar ou abrir mercados”, explica. “O foco é a promoção e a internacionalização competitiva da apicultura brasileira e o desenvolvimento do mercado interno, propiciando aos associados o suporte estratégico para a realização de negócios”, resume a missão da entidade.

Própolis

Antibiótico natural, a própolis (produto com ação antibacteriana, antifúngica, cicatrizante, antioxidante, anestésica e imunoestimulante), também se destaca na pauta exportadora do setor.

Entre as opções que o Brasil oferece estão a própolis verde, que possui um importante ácido fenólico chamado Artepilin-C. “O principal mercado consumidor é o Japão que considera o produto brasileiro como o melhor do mundo e reconhece as propriedades, bem como as suas aplicações. Seu uso diário como suplemento alimentar permite o fortalecimento do sistema imunológico, atuando na prevenção e no tratamento de diversas doenças”, destaca Joelma.

Grande parcela da produção de mel e própolis depende das exportações e o setor tem demonstrado a capacidade exportadora para fortalecer e abrir oportunidades para ampliar a produção. “Entretanto, sabemos que ainda existe um grande potencial (flora e clima) não explorado e grande possibilidade de se maximizar a produção, o que por sua vez irá incrementar mais ainda o agronegócio apícola”, diz.

De acordo com Joelma, o País tem capacidade para produzir quatro vezes mais. Atualmente, a produção nacional alcança 50 mil toneladas anuais, mas pode chegar a 200 mil toneladas, com a ampliação e melhorias na estrutura produtiva. Joelma afirma que a melhora da capacitação, por meio de um ‘manejo adequado’, pode triplicar a produtividade média nacional, de 16 kg para 48 kg/colmeia por ano. “Atualmente explora-se apenas 15% do potencial da flora apícola. Estima-se que o Brasil tem um potencial inexplorado que geraria, pelo menos, 200 mil toneladas de mel, além dos demais produtos como própolis, pólen, cera e outros subprodutos”, calcula.

Entre as vantagens do negócio apícola Joelma cita o investimento inicial razoavelmente baixo, a boa lucratividade e rapidez na recuperação do capital inicial investido, quando comparado com outras atividades agropecuárias. “Essa possibilidade é potencializada pelas condições tropicais brasileiras e pela utilização das abelhas africanizadas, que são naturalmente saudáveis.”

Devido ao trabalho ambiental que as abelhas realizam de polinização nos produtos agrícolas, a atividade traz também indiretamente resultado econômico a outras cadeias de alimentos do Brasil.

Atividades Paralelas

A apicultura, principalmente aquela inserida no âmbito da agricultura familiar, permite aos apicultores desenvolverem outras atividades paralelas, propiciando uma diversificação na produção e alternativa de renda. “Por isso, a atividade é, por natureza, é ideal para o pequeno e o médio produtor e tem grande potencial para auxiliar na fixação do homem no campo e na preservação ambiental dos inúmeros biomas brasileiros”, analisa Joelma.

Outro diferencial é que a atividade é exercida por pequenos produtores que encontram na apicultura um meio de sobrevivência. O país possui 350 mil apicultores. A produção ocorre durante todo o ano, com cores diversas e mel com sabores gourmet devido à variedade florística e de climas das diversas regiões que permitem apicultura migratória intensa.

Por Equipe SNA/SP

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